Outro ano (dezenove)
Há 11 meses
Eu conheço cada parte
das partes construo o todo
seguindo cada face descobri arestas e,
quando me permiti, senti os vértices
De olhos fechados lembro-me e reconheço,
sejam formas, nomes ou feitios...
Como esquecer algo cotidiano,
entranhado na história que,
sem querer querendo, conheci
assim como a solidez de meu conhecimento,
é da minha natureza permanecer inconstantemente constante,
permanentemente consciente do passado e do presente,
tentando ansiosamente parar de prever o futuro (Paradoxal?).
E o que aprendi afinal?
Que saber às vezes não é suficiente e
que ser conscientemente inconseqüente
não pode levar a um certo feliz final.
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